Bolsonaro e seu governo fizeram questão de não convidar os ditadores de Cuba e Venezuela por dizer que não apoia governos ditatoriais. Mas, como é próprio da politicagem barata, o seu discurso de campanha durou pouco ao bater na realidade dos jogos de poder internacionais.
Como já deixou claro muitas vezes, a aliança com os EUA é estratégica para o seu governo, e ser inimigo de Cuba e Venezuela ajudará a conquistar o apoio do governo de Trump. Porem, o mesmo não ocorre com o Coréia do Norte, pois os EUA têm planos diferentes para a ditadura coreana, e por isso Bolsonaro muda de posição e trata a ditadura assassina da Coreia do Norte como um país normal.
O governo de Bolsonaro vai mostrar algo que muitos pareceram esquecer durante a eleição. A campanha é uma coisa, o governo é outra, e o poder muitas vezes corrompe as promessas feitas.
Como diria FHC: "se elege com a esquerda e governa com a direita", em outras palavras, prometa o que o povo quer ouvir e depois mostre quem você realmente é quando estiver com o poder em suas mãos.

➡️Critiquem, compartilhem e curtam!
Twitter: https://twitter.com/trincheirapoli1
Financiamento: https://www.padrim.com.br/projects…
Abraços da equipe do Trincheira Política!
Comentários
Postar um comentário